Os heróis envelhecem, e os vilões também.

Heróis conotam a bravura, a ousadia e a benevolência clássica nos personagens da cultura pop. Podemos chamar de vilões os vigaristas, picaretas e porque não, os covardes a quem o dito popular* se refere também como sobrevivente. 

Nesse vídeo uma velhinha desce o cacete em um assaltante, assistam!

A figura do velhinho é sempre carismática, sem mesmo saber quem é a pessoa, seu caráter e a sua história. Em casa sempre aprendi a respeitar os mais velhos. Beijo na mão e benção, até mesmo daqueles que nem conhecia. Benção de quem e pra que?! Mistério.

É claro que devemos respeitar as pessoas de idade(sempre?), mas me questiono se devem ser imaculadas. – Ora, você ainda vai envelhecer, rapaz! – Sim, mas eu não quero ser respeitado somente pelo fato de ser velho.

Imaginem vocês que com o aumento da população idosa, teremos cada vez mais seres imaculados. Caminhamos pra ser uma sociedade com mais velhos do que jovens. Sim, Caso a taxa de natalidade não exploda. Cada vez mais vemos pessoas de idade esbanjando saúde, e jovialidade(de espírito). Ao passo que os jovens já nascem com o peso nas costas de toda informação do mundo, e da cobrança de ter que saber de tudo(do básico ao doutorado), o que não quer dizer que serão sábios de tudo. Essa dissonância é um drama contemporâneo que teremos que resolver em vida, ou nos adaptar.

Fato é que nessa nova realidade não é preciso se acovardar ou ser conservador em demasia para sobreviver, podemos sim nos arriscar, inclusive a pensar! Os recursos da medicina, apesar de nem sempre acessíveis, estão aí se você puder pagar. E aí que entra a questão: Independente da sua trajetória, dos seus feitos até ali, e claro, do seu caráter, se você tiver condições financeiras suficientes, ao que tudo indica você vai chegar à velhice. É o que qualifica, seja você herói ou vilão.

Velho sim, se vai ser feliz, eu já não sei. Garanta ao menos uma coelhinha, para cuidar e ser cuidado. Pra isso muitas vezes também é necessário dindin, mas e$$a já é uma outra questão.

Mas não caia na mesmice, crie novas fantasias

Kinder love_yarmosky

Salteado em meio essa reflexão está o lindo trabalho de Jason Bard, artista que se dedica a explorar o conceito de envelhecimento e suas travessuras, através de estudos e retratos feitos com/ de seus avós. Dois velenhos no mínimo simpáticos, fofos!

Com tinta óleo sobre tela, o artista imprime(mas pintando) um clima de dramaticidade alternado com sátiras de adoráveis clichês da cultura pop. Jason resgata a juventude mesmo ao enaltecer as marcas do tempo.

Graduou-se na Escola de Artes Visuais de Nova York e foi vencedor do Prêmio Elizabeth Greenshields.

* Um covarde vivo, ou um herói morto

Por Sérgio Barbosa e Paulo André Macedo




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Acordamos inspirados para mais um dia de trabalho, ainda que não seja dia útil. O nosso compromisso não tem hora marcada. Não estamos em nenhuma zona de fuso-horário. Fazemos o nosso próprio tempo. O produto do nosso trabalho é não perecível, atemporal, mas sem condimentos. Originais da nossa safra, inspirado nos nossos dias.